Osteopatia é um tratamento surgido nos EUA cujo criador foi o Dr. Andrew Taylor Still (1828-1917), que apresentou os princípios desta terapia natural.É um sistema de avaliação e tratamento, com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático).
A osteopatia deve ser desmistificada, pois está baseada na anatomia, na fisiologia e semiologia, não deve ser considerada esotérica e sim cartesiana, não há receitas, mas sim um tratamento que se baseia em exame osteopático.
A validade da osteopatia é tão concreta que é recomendada e incentivada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como prática de saúde.
Dentro da filosofia osteopática a importância dada aos processos naturais do corpo é enorme e, por esse motivo, grande parte dos conceitos osteopáticos e mesmo seus procedimentos de tratamento são pautados nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo.
Em Inglaterra, País onde a Osteopatia está mais bem representada e dignificada, os cursos são licenciaturas e os Osteopatas são prestadores de cuidados de saúde primários. A Osteopatia não pertence a nenhum outro grupo profissional, para além dos próprios Osteopatas e muito menos é um curso profissional de pós-graduação. Os Osteopatas em Inglaterra, Austrália e Nova-Zelândia, por ex, trabalham em Hospitais, podem requerer exames de diagnóstico e são altamente respeitados por todas as classes de saúde, estando os médicos de família obrigados a partilhar a história clínica do paciente, se assim solicitado.